| Igatu - caminhos de pedras |
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Igatu, Caminhos de Pedras
Tainá Del Negri.
De 04 a 13 de setembro de 2007
Igatu é um povoado de Andaraí, cidade localizada na Chapada Diamantina, Bahia. A população, hoje com 354 habitantes, chegou a abrigar mais de nove mil pessoas durante o auge do ciclo e exploração do diamante. Na época chamada de Xique-Xique, a vila, toda construída em pedras, logo testemunhou o declínio da economia e seu conseqüente esvaziamento. Abandonado, o vilarejo foi aos poucos se transformando em ruínas – o que lhe rendeu o apelido de "cidade-fantasma" – devido às últimas tentativas dos garimpeiros de encontrarem diamantes.
Hoje, a economia de Igatu é sustentada pelo turismo. Grutas, cachoeiras e cursos d'água, picos e vales fazem parte do cenário local e de toda a Chapada Diamantina, o que atrai turistas do mundo inteiro e inspira o trabalho dos guias da região.
Gruta Brejo-Verruga
A gruta Brejo-Verruga foi aberta por garimpeiros na década de 1940, mas devido a uma briga entre os sócios, foi fechada na década seguinte. Eles interditaram as entradas e o subsolo do garimpo desabou. Por conta disso, um grupo composto por quatro homens resolveu, há sete anos, tentar abrir o caminho novamente. O objetivo é transformar o antigo local de exploração em atrativo ecoturístico da região.
Entre as duas extremidades da gruta (Brejo é o nome da entrada e Verruga, da saída) há uma distância de 486 metros, e o grupo já cavou aproximadamente 400 metros. Depois de concluída a abertura do Verruga, os turistas poderão conhecer todo o caminho. Segundo os autores da empreitada, não há nenhum tipo de apoio ou auxílio financeiro do governo local e de empresas particulares.
Algo que chama a atenção é o fato de que um deles, Seu Diga, de 79 anos, foi garimpeiro da gruta em sua época áurea. Ele já consegue visualizar Igatu repleto de turistas e acredita que o projeto, por conta disso, trará benefícios à economia do vilarejo. Mas tanto Seu Diga como o restante da população de Igatu alimentam o imaginário local de que ainda há diamantes a serem descobertos. Na realidade, com a mina desobstruída, o sonho é voltar a garimpar. E ver se, depois de 50 anos, a gruta volta a dar diamantes. |
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| 05/09/07 - Quarta |
Coletivo Orquestral Unicamp |
| 12h30 |
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O Coletivo Orquestral Unicamp, com seus 23 integrantes, é o mais novo veículo para difusão da produção artística desenvolvida no Departamento de Música do Instituto de Artes.
Essa iniciativa no campo da música popular orquestral possibilita aos alunos seu aprimoramento profissional por meio de uma vivência prática de atuação em grandes formações instrumentais, e se insere numa longa tradição musical que remonta a Anacleto de Medeiros, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Severino Araújo entre muitos outros.
O conceito do projeto, no entanto, contempla a atualidade em relação a seu conteúdo artístico. Optou-se pela realização de concertos temáticos constituídos por obras originais criadas por professores e alunos do Instituto de Artes, e também por compositores e arranjadores convidados. Desse modo a orquestra constitui-se em um espaço permanente de veiculação para criações contemporâneas.
O Coletivo Orquestral Unicamp apresenta nesse concerto um programa com as composições e orquestrações originais do maestro Mário Campos, idealizador e coordenador do projeto.
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| 11/09/07 - Segunda |
Recital de Violão |
| 12h30 |
Thiago Chaves |

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Programa:
JS Bach. bwv 997 (prelúdio)
Leo Brouwer - Variações sobre um tema de django reinhardt
Peneirando - Francisco Soares de Souza
Suíte bahiana - Fred Schneiter
Concertante II - Nicanor Teixeira
Aquarelle - Sérgio Assad |
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Voz e Canto |
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"Voz e Canto": técnica e prática para uma voz saudável
Workshop com Pocket Show
Aline Tafarelo e Shirley Espíndola
12 de Setembro às 12h
Duas profissionais da voz, uma fonoaudióloga e a outra cantora uniram suas experiências e habilidades profissionais para escrever um livro dirigido aos profissionais da voz (cantores, professores, palestrantes, políticos, locutores, repórteres e apresentadores).
Aline Tafarelo é fonoaudióloga especialista em voz e Shirley Espíndola é cantora, professora de canto, locutora. Elas lançam neste mês de maio o livro "Voz e Canto – Fisiologia e Arquitetura", uma obra com o objetivo de auxiliar músicos e comunicadores a usar a voz de forma adequada e saudável. O livro "Voz e Canto" mescla o enfoque científico da fonoaudiologia com a técnica vocal através de exercícios aplicativos e ilustrações explicando os conceitos de respiração, fonação, técnicas vocais, exercícios gerais e específicos para cada área de atuação profissional. Além disso, acompanha o livro um CD com vocalizes que são exercícios para aquecimento da voz e aprimoramento da afinação, dicção, dinâmica e acentuação.
Segundo Shirley, que estuda canto desde os 15 anos de idade, as técnicas vocais e o acompanhamento especializado são indispensáveis para o desenvolvimento saudável da voz. "Durante estes anos de estudo eu percebi como é importante e necessária a orientação de um especialista que possa monitorar o uso adequado da voz e este livro, através dos exercícios e dos conceitos que apresenta, pode auxiliar os profissionais nos cuidados com a voz e na correta utilização deste instrumento".
Aline espera que, além de auxiliar no cuidado com a voz, o livro possa contribuir para o desenvolvimento do potencial vocal particular de cada profissional. "Acredito que o trabalho em conjunto entre uma fonoaudióloga e uma professora de canto faz com que o futuro cantor conheça e desenvolva de forma adequada às características particulares de sua voz e suas habilidades. Este livro contribui neste processo. Potencializando, cada vez mais, as qualidades inatas daqueles que desejam seguir carreira como profissionais da voz".
O livro "Voz e Canto – Fisiologia e Arquitetura" tem a participação do otorrinolaringologista Luis Henrique Chechinato que escreve sobre os cuidados vocais e a relação de medicamentos que podem estar envolvidos em algumas alterações da voz. E seus efeitos desejáveis e indesejáveis ao profissional da voz.
O livro chega às livrarias em setembro pela Editora In House (160 pgs.) e acompanha um CD com 26 vocalizes e uma faixa bônus. As autoras realizaram o primeiro workshop do livro no Encontro Nacional de Jovens Presbiterianos em Ibiúna, 29 de abril e os próximos serão realizados no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, na Oficina de Artes Morumbi em São Paulo, no colégio Mackenzie em Barueri, na Unicamp em Campinas, e no Senac em Jundiaí.
Este projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. |
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O oitavo festival do Instituto de Artes da Unicamp, que este ano irá do domingo 16 ao domingo 23 de setembro, tem o prazer de trazer a público a produção cultural que se realiza dentro e fora da universidade, contando com a presença de artistas experientes e jovens que estão se lançando no circuito cultural.
O Feia 8 é realizado por alunos de todos os cursos do Instituto de Artes interessados em promover a produção que nele se realiza. Assim, o festival conta com oficinas, espetáculos,shows, vídeos, exposições, performances, ao longo da semana na Unicamp e em Campinas, criando a interação dos alunos entre si e a comunidade. |
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| 18/09/07 - Terça |
Recital de Violão |
| 12h30 |
Paulo Martelli |

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Violonista brasileiro de reputação internacional, Paulo Martelli, tem desenvolvido prolífica carreira de solista, paralela à intensa e contínua atividade acadêmica. Considerado um dos melhores violonistas de sua geração, Paulo é um musico eclético de sólida educação musical.
“Paulo Martelli é seguramente um dos melhores violonistas de sua geração, sua técnica é segura e brilhante e seu senso musical impecável...”
(Soundboard Magazine - USA )
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| 24/09/07 - Segunda |
Recital de Violão |
| 12h30 |
Mario da Silva |

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A produção contemporânea brasileira para violão é rica em sonoridades que vão desde as pesquisas atonais até a experimentação percussiva e de violão preparado. Os compositores aqui abordados fazem parte de uma geração que buscou avanços após a produção violonística de Heitor Villa-Lobos. As pesquisas de Mário da Silva buscam decifrar e interpretar a produção atual brasileira para violão, tema de sua dissertação de mestrado, e tem como especial ênfase a produção paranaense.
Programa:
José Eduardo Gramani (1944-1998): Pinho
Jaime Zenamon (1953-): Unicórnio
Norton Dudeque (1958-): Peça para Violão 2 (continuum)
André Abujamra (1965): Jardim do Céu de Gaudí (2007)
Arthur Kampela (1960-): Percussion Study 1
Mário da Silva (1962): DNA da Dança (2005) |
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O Espaço Cultural Casa do Lago realizará a quarta edição de sua mostra de dança contemporânea no período de 24 a 28 de Setembro de 2007. Os bailarinos interessados deverão entrar em contato com a direção da Casa do Lago, pelo telefone 3521-7017 e e-mail casadolago@reitoria.unicamp.br para maiores informações. |
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| 24/09/07 - Segunda |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"FANTOCHE" |

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SUPERBAZARO COMPANHIA DE DANÇA
Coreógrafa: Andressa Miyazato
Duração: 18min
Cada forma de vestir a vida ancora o passado, enquanto o futuro espera seu tempo, sem atravessar a memória e os pensamentos, sem apagar as faces da juventude.
Os dois tempos, passado e futuro, existem na mesma comédia humana e se entrelaçam para modificar a jovem e transformá-la.
As emoções que um dia serviram não consertam os momentos. Já a perfeição pertence ao futuro. No futuro, tudo o que não é, será.
Entre o passado e o futuro, a mão veste o fantoche. |
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| 24/09/07 - Segunda |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Entre" |

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Leticia Oliveira
Nara Calipo
Duração: 15min
"Na casa de espelhos
Espalho os meus rostos
E finjo que finjo que finjo
Que não sei"
(A Mais Bonita - Chico Buarque) |
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| 25/09/07 - Terça |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Em Espera " |
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Martina Faccioli e Patrícia Aockio
Duração: 4min
Trabalho coreográfico desenvolvido a partir das relações da vida cotidiana com o tempo em que tudo ocorre e a maneira de ligar a dinâmica dos movimentos com as mesmas situações.
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| 25/09/07 - Terça |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Entre" |

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Leticia Oliveira
Nara Calipo
Duração: 15min
"Na casa de espelhos
Espalho os meus rostos
E finjo que finjo que finjo
Que não sei"
(A Mais Bonita - Chico Buarque) |
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| 25/09/07 - Terca |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Perseguir Desejos" |

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Grupo de Dança Corpo Cru
Coreografia e direção: Juliana Hadler
Intérpretes:Analu Hadler, Karen Polaz, Marcela Hernandez, Mariana Tamashiro
Duração: 15min
Perseguir desejos. É como se fosse um vasculhar quem sou, nem que seja nesse exato momento... Mostrar aquilo que carrego.
Contar alguma coisa sem ter a pretensão de se chegar até o final da frase. Contar sem ter razão. Contar só porque se quer.
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| 25/09/07 - Terça |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"OLHOS D'ÁGUA" |

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Interpretação: Ana Clara Amaral, Aldiane Dala Costa e Camila Fersi
Duração: 20min
Performance a partir da cena dos coveiros e do afogamento de Ofélia em Hamlet (Shakspeare) e Hamlet Machine (Heiner Muller). Textos de Hilda Hilst temperam ainda mais a cena onde três mulheres afogam-se, enterram-se, embrulham-se em saias, gaiola, rio, casa. |
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| 26/09/07 - Quarta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"PoCoCer" |

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Procedimento Organizado que conduz a um Certo Resultado
Duração: 7min
O estabelecimento de limites físicos e sonoros sobre o movimento, em uma crescente atuação corporal em oposição à submersão da necessidade da palavra, base de um jogo metódico e revelador. |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Em Espera " |
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Martina Faccioli e Patrícia Aockio
Duração: 4min
Trabalho coreográfico desenvolvido a partir das relações da vida cotidiana com o tempo em que tudo ocorre e a maneira de ligar a dinâmica dos movimentos com as mesmas situações.
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Até onde vai quando anoitece " |

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Packer Cia de Dança
Duração:45 min
Até onde você vai quando anoitece?
Release:" O conceito de 'sexualidade' teve de ser ampliado de modo a abranger muitas outras coisas que não podiam ser classificadas sob a função reprodutora, e isso provocou não pouco alarido num mundo austero, respeitável ou simplesmente hipócrita,"
Sigmund FREUD, Além do Princípio de Prazer, p.66
Neste trabalho a noite simboliza a escuridão que simultaneamente esconde e revela, subtraindo limites e gerando atitudes que talvez não se mostrariam frente às observações e julgamentos pré-concebidos.
Aspectos como a sexualidade, a violência física e psicológica, a busca por prazer, a loucura, o dominar e o ser dominado, a sedução e a entorpecência são explorados na criação de gestos e movimentos.
Quais seriam os seus limites quando não existisse ninguém influenciando as suas escolhas, impondo os seus limites e controlando para que eles fossem determinantes em suas decisões, até onde você experimentaria ir, sem medos e sem culpas. Como é perder o controle?
Até onde você iria se ninguém te observasse? |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"PoCoCer" |

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Procedimento Organizado que conduz a um Certo Resultado
Duração: 7min
O estabelecimento de limites físicos e sonoros sobre o movimento, em uma crescente atuação corporal em oposição à submersão da necessidade da palavra, base de um jogo metódico e revelador. |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Ou Isto ou Aquilo" |

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Natália Alleoni,
Nara Calipo e Camila Bronizeski
Duração: 4min
Ou isto ou aquilo
[Cecília Meireles]
[...]
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
[...]
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo. |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Entre" |

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Leticia Oliveira
Nara Calipo
Duração: 6min
"Na casa de espelhos
Espalho os meus rostos
E finjo que finjo que finjo
Que não sei"
(A Mais Bonita - Chico Buarque) |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Danae" |

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Criação e Interpretação: Juliana Schiel
Duração: 12min
A coreografia “Danae” propõe contar uma história feita de imagens corporais, inspirando-se livremente em artistas plásticos (Gustav Klimt, Egon Schiele, Auguste Rodin e Camille Claudel), em trechos de histórias diversas - da mitologia grega e de contos de fadas –, e em lembranças pessoais. |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Intenso" |

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Patrícia Leal
Duração: 20min
Intenso focaliza no paladar seu estímulo central à criação. Para o desenvolvimento dessa obra o vinho foi utilizado como referência gustativa, que aliou à percepção dos sabores, as possibilidades táteis.
A estrutura do espetáculo é inovadora por permitir uma interface de linguagens entre a dança e música, entre músico e bailarina, entre movimentos e sons.
Em termos poéticos, Intenso aborda o amor em suas polaridades. A solidão e o encontro. O desejo e a recusa. A intimidade e a distância. O medo do aproximar-se e o sentimento em carne viva. Uma entrega de dor e prazer. Intenso é um questionamento sobre os nossos próprios limites no amor. O que define os contornos da pele e se esvai nos braços do outro. Intenso, denso, lúcido. |
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| 27/09/07 - Quinta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"SESSÃO VENUS 0.1" |

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Ana Clara Cabral Amaral,Aldiane Dala Costa, Camila Fersi e Verônica Fabrini. Participação especial Avelino Bezerra (Moto) e Silas Oliveira (Guitarra).
Duração 30 Minutos
Sessão Vênus 0.1 é um improviso híbrido, onde música, imagem, dança e escuridão compõem um poema cênico sobre relação entre o corpo e a natureza, um corpo com a nostalgia do “Unpluged” e uma natureza gigantesca, soberana, gaia que nos abriga minúsculos e terríveis sobre sua dócil crosta. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
" Ou Isto ou Aquilo" |

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Natália Alleoni,
Nara Calipo e Camila Bronizeski
Duração: 4min
Ou isto ou aquilo
[Cecília Meireles]
[...]
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
[...]
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Passeio" |

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Criação: Jussara Miller
Interpretação: Jussara Miller e Bukke Reis
Duração: 10min
“Passeio” é um duo de dança que desenha um percurso de estórias e relações humanas que são explicitadas através de imagens poéticas contruídas na cadência da coreografia.
O trabalho é livremente inspirado no poema “Passeio” de Mário Quintana: “Oh! Não há nada como um pé depois do outro...” Nessa coreografia, o “Passeio”
apresenta-se como uma metáfora da vida no tempo presente, que não busca um fim a ser alcançado, mas privilegia o meio a ser percorrido e vivenciado passo a passo. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 12h |
"Perseguir Desejos" |

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Grupo de Dança Corpo Cru
Coreografia e direção: Juliana Hadler
Intérpretes:Analu Hadler, Karen Polaz, Marcela Hernandez, Mariana Tamashiro
Duração: 15min
Perseguir desejos. É como se fosse um vasculhar quem sou, nem que seja nesse exato momento... Mostrar aquilo que carrego.
Contar alguma coisa sem ter a pretensão de se chegar até o final da frase. Contar sem ter razão. Contar só porque se quer.
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Sentir é muito Lento " |

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Coreógrafa/bailarina: Juliana Hadler
Duração: 15min
Release: Essa minha secura/ essa falta de sentimento/ não tem ninguém que segure, vem de dentro./ Vem da zona escura/ donde vem o que sinto./ Sinto muito,/ sentir é muito lento. (Paulo Leminski)
qualquer silêncio
várias palavras sem sentido
no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio se pode não escrever: é infinitamente mais ambicioso. É quase inalcançável minha secura essa falta de sentimento vem de dentro. Vem da zona escura sentir é muito lento.
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Estranho, eu não sou Hamlet" |

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Interpretação: Flávio Rabelo
Duração: 30min
Agir, ou não agir? eis a questão.
Não mais apenas, ser ou não ser? e sim, e principalmente, como ser ou não ser?
Ator? Interprete? Performador?
O paradoxo invade a Ação e entre personagem, persona, pessoa não há mais certezas ou dúvidas; há certezas e dúvidas.
A partir dos (des)encontros entre Estranho e Hamlet, surge esta série de ações que situam no limite entre o cotiano e o artístico, num jogo entre o visível e o invisivel e algumas possibilidades de relação.
Esta série faz parte do trabalho em processo Estranho, um cara comum, do artista Flávio Rabelo sobre o corpo como paradoxo das ações cênicas na perspectiva de manipulação do eixo espaço tempo. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"DUO ISABELLE DUFAU E VERONICA FABRINI - TAHITI" |

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ISABELLE DUFAU E VERONICA FABRINI
PARTICIPAÇÃO SILAS DE OLIVEIRA (GUITARRA)
Este duo é uma colabração entre a Boa Companhia e a dançarina-pesquisadora francesa Isabelle Dufau, formada a partir dos estudos e préticas de Dominique e Françoise Dupuy.
Este duo foi composto como parted a pesquisa que a Boa Companhia desenvolve a partir do tema “ Espaço”. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"L 12" |

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Bukke Reis
Duração: 12 minutos
A coreografia “L 12” é fruto de pesquisa com processo criativo orientado pela bailarina Jussara Miller. Em “L12” somo as técnicas corporais que modulam minha energia física: o butoh, Klauss Vianna e a dança do ventre. A coreografia “L 12” não se atém em narrar um contexto mas, e somente, em deleitar-se junto ao público, por meio da dinâmica do movimento.
Bukke Reis é artista plástico e em sua opção pelos tridimensionais prioriza a dança como canal de expressão artística. |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Águas" |

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Diretor e bailarino: Luis cury
Duração: 25min
Moléculas trata-se de uma contribuição ao um trabalho do Dr. Masoto. Ele descobriu que a energia das palavras e do pensamento modificam as moléculas. Destroem ou potencializam.
A coreografia é um improviso só. Sentindo a energia do público e direcionando esta energia o solista Luís Cury improvisa brincando com garrafas que são modificadas energeticamente pelo público...ao final ele interage com o publico em uma sinergia mágica....... |
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| 28/09/07 - Sexta |
4ª Mostra de Dança Contemporânea |
| 18h |
"Só, Sozinho, Solidão " |

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Direção Luis Cury
Elenco:André Coins, Barbara Leite, Cristina Avila, Leo Oliveira, Orlando Dantas, Maercio Borges
Duração:15min
Quanto estamos ligados a nossa própria percepção ? Sentimos, ouvimos, enxergamos aquilo que está a nossa volta ? Ou estamos em um isolamento intrínseco dentro de nossa própria existência. Está obra trata desta questão, desta situação. É uma surpresa o que acontece, pois os bailarinos conhecem os caminhos da coreografia, mas sua nuanças eles que criam. A cada espetáculo é um surpresa....surpreendam-se....... |
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| 30/09/07 - Domingo |
Concerto em homenagem a Bernardo Caro |
| 10h30 |
Orquestra Sinfônica da UNICAMP |

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Esse concerto será uma homenagem a Bernardo Caro, artista plástico e professor do Instituto de Artes da UNICAMP, falecido nesse mês de setembro. Será um programa especial, coordenado pelo professor e maestro Carlos Fiorini. Inicia-se com um concerto para fagote, de Vivaldi, sob a regência de Demerval Keller, aluno de mestrado na àrea de regência, e solo do professor Paulo Justi, do Departamento de Música da UNICAMP. Seguem duas estréias mundias. São obras compostas por alunos do curso de composição. Fantasia Dichterliebe, de Rafael Vanazzi, é a primeira delas, regida por Rafael Garbuio, aluno de regência. A segunda estréia é o Concertino para guitarra elétrica, composta por Vinícius Sampaio, aluno de composição, que também se encarrega do solo. A peça é regida por Akira Miyashiro, aluno de regência. O programa se encerra com o Chôros n.10 de Villa-Lobos, para coro e orquestra, com a participação do Coro do Departamento de Música da UNICAMP, conjunto formado por cerca de 100 alunos de graduação em música. A preparação foi realizada pelas regentes Cláudia Jennings e Thaís Teixeira, alunas de regência. A regência e direção artística está a cargo do maestro Carlos Fiorini.
PROGRAMA
Antonio Vivaldi - Concerto para fagote, em mi menor, RV484
I – Allegro poco
II – Andante
III – Allegro
Fagote: Paulo Justi
Regência: Demerval Keller
Rafael Vanazzi - Fantasia Diechterliebe
I – Andante
II – Adagio
III – Moderato
Regência: Rafael Garbuio
Vinicius Sampaio - Concertino para guitarra elétrica
I – Allegro
II –
Guitarra:Vinicius Sampaio
Regência: Akira Miyashiro
Heitor Villa-Lobos - Chôros n.10
Coro do Departamento de Música da Unicamp
Orquestra Sinfônica da Unicamp
Regentes: Cláudia Jennings Thaís Teixeira
Preparador vocal: Demerval Keller
Regência: Carlos Fiorini |
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Cinema |
| Mostramos aqui o que se passa na sala escura da Casa do Lago. As sessões de cinema são diárias e gratuitas. Geralmente os filmes são apresentados em ciclos temáticos, estéticos, de diretores, e muitos outros. Há também a oportunidade de você ver curtas, documentários e retrospectivas do cinema mundial. Palestras, discussões e reflexões sobre os filmes também são comuns por aqui. Traga sua pipoca e bom filme. |
| Dias 3,4,5 e 6 |
Igatu |
| 14h, 16h30 e 19h |
Caminhos de Pedras |
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Direção: Tainá Del Negri. Daniella Guedes, Mariana Alves Campos e Bernardo Abreu
Duração: 25min
Origem/Ano: Breasil/2006
Documentário sobre Igatu, um povoado de Andaraí, cidade localizada na Chapada Diamantina, Bahia. A população, hoje com 354 habitantes, chegou a abrigar mais de nove mil pessoas durante o auge do ciclo e exploração do diamante. Na época chamada de Xique-Xique, a vila, toda construída em pedras, logo testemunhou o declínio da economia e seu conseqüente esvaziamento. Abandonado, o vilarejo foi aos poucos se transformando em ruínas – o que lhe rendeu o apelido de "cidade-fantasma" – devido às últimas tentativas dos garimpeiros de encontrarem diamantes. |
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| Dias 3,4,5 e 6 |
Estamira |
| 14h30, 17h e 19h30 |
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Direção: Marcos Prado
Duração: 115min
Origem/Ano: Brasil/2006
ESTAMIRA conta a história de uma mulher de 63 anos que sofre de distúrbios mentais e vive e trabalha há mais de 20 anos no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, um local renegado pela sociedade, que recebe diariamente mais de oito mil toneladas de lixo produzido no Rio de Janeiro. Com um discurso eloqüente, filosófico e poético, a personagem central do documentário levanta de forma íntima questões de interesse global, como o destino do lixo produzido pelos habitantes de uma metrópole e os subterfúgios que a mente humana encontra para superar uma realidade insuportável de ser vivida. |
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11 de SETEMBRO têm um valor simbólico para a esquerda latino-americana. Muito antes dos atentados sobre as torres gêmeas nos EUA, em 1973 que “La Moneda”, palácio oficial do governo do Chile, foi atacado por regimentos do exercito comandados por Augusto Pinochet: o presidente constitucional do Chile foi morto e deposto e em seu lugar assumiu um governo elitista e pró-EUA – evento pouco difundido pela Historiografia Oficial – perdeu ainda mais foco depois do 11/09 novaiorquino. Incitado pela memória histórica recente da América Latina, a CASA do LAGO aproveita a oportunidade para rever, pelo olhar cinematográfico, as ditaduras que assolaram a América Latina nos anos 60 e 70.
A mostra tem três eixos:
1) Documentário sobre a experiência socialista de Salvador Allende, em memória do 11/09 chileno (A Batalha do Chile);
2) Revisões cinematográficas sobre a formação do cotidiano nas ditaduras da América Latina (A História Oficial; Diários de Motocicleta; Cabra-Cega).’
3) O Olhar Infantil sobre a repressão (Machuca e O Ano em que seus pais saíram de férias). |
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| 10/09/07 - Segunda |
Diários de Motocicleta |
| 12h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Walter Salles Jr
Duração: 126min
Origem/Ano: Argentina,Brasil,Chile,InglaterraPeru/2004
Em 1952, o futuro líder da Revolução Cubana Che Guevara (GAEL GARCÍA BERNAL) era um jovem estudante de medicina. Ele e seu amigo Alberto Granado (RODRIGO DE LA SERNA) viajam pela América do Sul em uma velha moto, arranjando caronas e fazendo longas caminhadas. Depois de passar por Machu Pichu, chegam a uma colônia de leprosos na Amazônia Peruana, onde começam a questionar o valor do progresso econômico. |
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10/09/07 - Quarta |
A Batalha do Chile: O Poder Popular |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Patricio Guzmán
Duração: 82min
Origem/Ano: Cuba,Chile,França,Venezuela/1979
Considerado um dos melhores e mais completos documentários latino-americanos, A Batalha do Chile é o resultado de seis anos de trabalho do cineasta Patrício Guzmán. Dividido em três partes (A insurreição da burguesia, O golpe militar e O poder popular), o filme cobre um dos períodos mais turbulentos da história do Chile, a partir dos esforços do presidente Salvador Allende em implantar um regime socialista (valendo-se da estrutura democrática) até as brutais conseqüências do golpe de estado que, em 1974, instaurou a ditadura do general Augusto Pinochet. Essa edição especial se completa com outros dois documentários: Patrício Guzmán: um história chilena, sobre a trajetória única do autor de A Batalha do Chile, e A resistência final de Salvador Allende, uma reconstituição dos últimos momentos de Allende antes do golpe. |
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| 11/09/07 - Terça |
Cabra-Cega |
| 12h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Toni Venturi
Duração: 110min
Origem/Ano: Brasil/2005
Thiago (Leonardo Medeiros) e Rosa (Débora Duboc) são dois jovens militantes da luta armada, que sonham com uma revolução social no Brasil. Após ser ferido por um tiro, em uma emboscada feita pela polícia, Thiago precisa se esconder na casa de Pedro (Michel Bercovitch), um arquiteto simpatizante da causa. Thiago é o comandante de um "grupo de ação" de uma organização de esquerda, que está no momento debilitada e estuda um retorno à luta política. Rosa é o contato de Thiago com o mundo, sendo agora ainda mais importante por estar ferido. Com o passar do tempo Thiago passa a ficar preocupado com a segurança deles, adotando um comportamento estranho e colocando dúvidas em Pedro se ele não seria um traidor. |
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11/09/07 - Terça |
A Batalha do Chile: O Golpe Militar |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Patricio Guzmán
Duração: 90min
Origem/Ano: Cuba,Chile,França,Venezuela/1977
Considerado um dos melhores e mais completos documentários latino-americanos, A Batalha do Chile é o resultado de seis anos de trabalho do cineasta Patrício Guzmán. Dividido em três partes (A insurreição da burguesia, O golpe militar e O poder popular), o filme cobre um dos períodos mais turbulentos da história do Chile, a partir dos esforços do presidente Salvador Allende em implantar um regime socialista (valendo-se da estrutura democrática) até as brutais conseqüências do golpe de estado que, em 1974, instaurou a ditadura do general Augusto Pinochet. Essa edição especial se completa com outros dois documentários: Patrício Guzmán: um história chilena, sobre a trajetória única do autor de A Batalha do Chile, e A resistência final de Salvador Allende, uma reconstituição dos últimos momentos de Allende antes do golpe. |
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12/09/07 - Quarta |
15 Filhos |
| 15h20, 17h50 e 20h20 |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Maria Oliveira, Marta Nehring
Duração: 20min
Origem/Ano: Brasil/1996
O vídeo relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família. Entre os depoimentos, gravados em preto e branco, imagens coloridas da queda do presidente Salvador Allende, no Chile; e das dependências da delegacia de polícia, no bairro paulistano do Tatuapé, onde ficavam presas as famílias dos torturados políticos. |
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| 12/09/07 - Quarta |
A História Oficial |
| 12h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Luis Puenzo
Duração: 132min
Origem/Ano: Argentina/1985
Na Buenos Aires dos anos 80, Alicia e seu marido Roberto vivem tranqüilamente com Gaby, sua filha adotiva. Porém, após o reencontro com uma velha amiga recém-chegada do exílio, Alicia começa a tomar conhecimento da cruel realidade do regime militar argentino, passando a questionar todas as suas certezas e o que considerava como verdade. Uma realidade para a qual Alicia não estava preparada, mas que agora terá de enfrentar com todas as suas conseqüências.
Um dos mais importantes filmes do cinema político mundial, A História Oficial é vencedor de vários festivais de cinema internacionais, incluindo o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, além da Palma de Ouro de Melhor Atriz para Norma Aleandro. |
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12/09/07 - Quarta |
A Batalha do Chile: O Poder Popular |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Patricio Guzmán
Duração: 82min
Origem/Ano: Cuba,Chile,França,Venezuela/1979
Considerado um dos melhores e mais completos documentários latino-americanos, A Batalha do Chile é o resultado de seis anos de trabalho do cineasta Patrício Guzmán. Dividido em três partes (A insurreição da burguesia, O golpe militar e O poder popular), o filme cobre um dos períodos mais turbulentos da história do Chile, a partir dos esforços do presidente Salvador Allende em implantar um regime socialista (valendo-se da estrutura democrática) até as brutais conseqüências do golpe de estado que, em 1974, instaurou a ditadura do general Augusto Pinochet. Essa edição especial se completa com outros dois documentários: Patrício Guzmán: um história chilena, sobre a trajetória única do autor de A Batalha do Chile, e A resistência final de Salvador Allende, uma reconstituição dos últimos momentos de Allende antes do golpe. |
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12/09/07 - Quarta |
15 Filhos |
| 15h20, 17h50 e 20h20 |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Maria Oliveira, Marta Nehring
Duração: 20min
Origem/Ano: Brasil/1996
O vídeo relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família. Entre os depoimentos, gravados em preto e branco, imagens coloridas da queda do presidente Salvador Allende, no Chile; e das dependências da delegacia de polícia, no bairro paulistano do Tatuapé, onde ficavam presas as famílias dos torturados políticos. |
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| 13/09/07 - Quinta |
O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias |
| 12h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Cao Hamburger
Duração: 110 minutos
Origem/Ano: Brasil/2006
Em 1970, o Brasil e o mundo parecem estar de cabeça para baixo, mas a maior preocupação na vida de Mauro, um garoto de 12 anos, tem pouco a ver com a ditadura militar que impera no País, seu maior sonho é ver o Brasil tricampeão mundial de futebol. De repente, ele é separado dos pais e obrigado a se adaptar a uma "estranha" e divertida comunidade - o Bom Retiro, bairro de São Paulo, que abriga judeus, italianos, entre outras culturas. Uma história emocionante de superação e solidariedade. |
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13/09/07 - Quinta |
A Batalha do Chile: Entrevista com o Diretor |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Patricio Guzmán
Duração: 100min
Origem/Ano: Cuba,Chile,França,Venezuela/2000
Considerado um dos melhores e mais completos documentários latino-americanos, A Batalha do Chile é o resultado de seis anos de trabalho do cineasta Patrício Guzmán. Dividido em três partes (A insurreição da burguesia, O golpe militar e O poder popular), o filme cobre um dos períodos mais turbulentos da história do Chile, a partir dos esforços do presidente Salvador Allende em implantar um regime socialista (valendo-se da estrutura democrática) até as brutais conseqüências do golpe de estado que, em 1974, instaurou a ditadura do general Augusto Pinochet. Essa edição especial se completa com outros dois documentários: Patrício Guzmán: um história chilena, sobre a trajetória única do autor de A Batalha do Chile, e A resistência final de Salvador Allende, uma reconstituição dos últimos momentos de Allende antes do golpe. |
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| 14 /09/07 - Sexta |
Machuca |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo América Latina e as Trincheiras da Revolução |
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Direção: Andres Wood
Duração: 120 minutos
Origem/Ano: Chile/2004
No Chile, na década de 1970, Gonzalo Infante (Matías Quer) é um garoto que estuda no Colégio Saint Patrick, o mais conceituado de Santiago. O padre McEnroe (Ernesto Malbran), o diretor do colégio, inspirado no governo de Salvador Allende, decide implementar uma política que faça com que alunos pobres também estudem lá. Um deles é Pedro Machuca (Ariel Mateluna) que, assim como os demais, fica deslocado em meio aos antigos alunos da escola. Uma amizade de contrastes logo nascerá entre os dois garotos. |
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17/09/07 - Segunda |
Tudo Sobre Minha Mãe |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo Almodovar |
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Direção: Pedro Almodóvar
Duração: 105min
Origem/Ano: Espanha,França/1999
Em Madri, Manuela (Cecilia Roth) perde o filho precocemente e parte para Barcelona a fim de encontrar o pai do garoto vinte anos depois, agora um travesti chamado Lola. A sua viagem é também um rito de passagem para um novo e desconhecido mundo, do qual faz parte, por exemplo, Irmã Rosa (Penélope Cruz), uma freira grávida e portadora do vírus HIV. Bem ao seu estilo irreverente e com uma carga melodramática peculiar, o cineasta espanhol Pedro Almodóvar confronta o espectador com o tema da aids sem fazer da doença um foco de especial atenção em seu cinema. É a personagem, digamos, complexa da religiosa que dará a Manuela uma esperança de reiniciar sua vida e à história um sentido de renascimento.
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18/09/07 - Terça |
Má Educação |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo Almodovar |
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Direção: Pedro Almodovar
Duração: 105 min
Origem/Ano: Espanha/2004
Dois meninos, Ignacio e Enrique, conhecem o amor , o cinema e o medo num colégio religioso no início dos anos 60. O padre Manolo, diretor do colégio e seu professor de literatura, é testemunha e parte dos descobrimentos. Os três personagens voltam a se encontrar outras vezes mais, ao final dos anos 70 e 80. O reencontro marcará a vida e a morte de algum deles. |
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19/08/07 - Quarta |
Volver |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo Almodovar |
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Direção: Pedro Almodovar
Duração: 121 minutos
Origem/Ano: Espanha/2006
O vento sopra forte no cemitério de La Mancha, onde dezenas de mulheres cumprem o ritual de limpeza das tumbas de seus parentes e amados. Uma dessas mulheres é Raimunda, que trabalha como faxineira no aeroporto de Madri para sustentar o marido desempregado e a filha adolescente. Sole, sua irmã mais velha, trabalha em casa, onde instalou um salão de beleza. Ambas visitam rotineiramente o túmulo da mãe Irene, que morreu em um incêndio causado pelo calor e pelos fortes ventos da região. Certo dia, Irene reaparece. Inicialmente, só Sole a vê, mas na verdade é com Raimunda que ela tem assuntos pendentes a acertar. Volver ganhou os prêmios de melhor roteiro e melhor interpretação feminina (dado em conjunto às seis atrizes principais) no Festival de Cannes de 2006.
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20/08/07 - Quinta |
Matador |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo Almodovar |
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Direção: Pedro Almodovar
Duração: 110minutos
Origem/Ano: Espanha/1986
O filme narra a história de Diego Montes (Nacho Martinez), um toureiro aposentado precocemente por ter se ferido numa tourada. Afastado das arenas, Diego, agora, dedica-se a dar aulas de tauromaquia a jovens alunos, mas não consegue inibir seu desejo e instinto de matador. A morte é sua fonte inesgotável de prazer. Quando Ángel (Antonio Banderas), um de seus alunos, decide assumir a autoria de crimes que não cometeu, Diego tem a possibilidade de conhecer a advogada do suposto criminoso, María Cardenal (Assumpta Serna) que também é movida pelos mesmos impulsos de Diego. |
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21/08/07 - Sexta |
Carne Trêmula |
| 14h, 16h30 e 19h |
Ciclo Almodovar |
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Direção: Pedro Almodovar
Duração: 103 minutos
Origem/Ano: Espanha/1997
Vida de um entregador de pizza muda totalmente quando ele se apaixona por uma mulher, que acaba ficando com outro. Desesperado, ele acaba atirando no homem, aleijando-o, e vai preso. Quando sai da cadeia, uma rede de emoções volta à tona com vidas marcadas pelo passado. |
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| 24/09/07 - Segunda |
Dançando no Escuro |
| 14h 16h30 e 19h |
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Direção: Lars Von Trier
Duração: 140 min
Origem/Ano: Dinamarca, França, Suécia/2000
A cantora Björk está impressionante como Selma, uma imigrante que trabalha numa fábrica no interior dos Estados Unidos. Vítima de uma doença hereditária, ela está perdendo a visão e, para evitar que o filho tenha o mesmo destino, economiza todo o seu dinheiro para operá-lo. Apaixonada pelos musicais de Hollywood, Selma mistura realidade e fantasia. Porém, a sua vida muda radicalmente quando é acusada injustamente de um crime.
Além da excelente trilha sonora de Björk, Dançando no Escuro tem as participações da grande Catherine Deneuve e do lendário Joel Grey (Cabaré). |
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| 25/09/07 - Terça |
A Ultima Dança |
| 14h 16h30 e 19h |
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Quando uma companhia de dança de Nova Iorque mundialmente conhecida, a Dance Motive, perde o seu brilhante diretor artístico, Alex Mcgrath (Matthew Walker), vítima de um derrame cerebral, não só a Dance Motive perde o seu fundador e gênio criador, mas sem ninguém para tomar a sua frente e substituí-lo, significa o fim da companhia também.
Alex deixou um grande legado de dança entre os quais uma famosa coreografia criada há sete anos, mas jamais apresentada. A companhia agora vê a chance de se manter unida estreando esta obra. Entretanto, para que isso aconteça, eles precisam chamar os três dançarinos originais, Travis McPhearson (Patrick Swayze, Chrissa Lindh (Lisa Niemi) e Max Delgado (George Delapena que haviam abandonado tudo durante a criação, e nunca mais pisaram os pés lá.
Direção: Lisa Niemi
Duração: 100 min |
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| 26/09/07 - Quarta |
Billy Elliot |
| 14h 16h30 e 19h |
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Um jovem de uma pequena cidade da Inglaterra passa a treinar balé escondido de sua família, mantendo sempre o sonho de se tornar um grande bailarino quando crescer. Recebeu 3 indicações ao Oscar.
Direção: Stephen Daldry
Duração: 111 min |
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| 27/09/07 - Quinta |
Dança Comigo? |
| 14h 16h30 e 19h |
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Direção: Masayuki Suo
Duração: 120 min
Origem/Ano: Japão/1996
Shohei Sugiyama (Kôji Yakusho) é um típico homem de negócios japonês, que durante o trajeto do seu trabalho para casa vê Mai Kishikawa (Tamiyo Kusakari), uma bela jovem mulher, através da janela de uma escola de dança. Inicialmente Mai confunde Shohei com um sedutor, mas para surpresa dela ele é um dançarino naturalmente talentoso, que só está interessado em ter uma boa parceira. Assim Mai começa a treiná-lo para uma competição.
Paralelamente Shohei se torna amigo dos excêntricos colegas da escola de dança e entre eles está Tôru Miwa (Akira Emoto), que Shohei conhece bem, pois são colegas de trabalho. Como dançar é visto no Japão como uma atividade fútil para um homem de negócios sério, Shohei mantém segredo disto para a esposa. Ela, por sua vez, ao notar a mudança de comportamento dele passa a acreditar que ele está sendo infiel e contrata um detetive particular para segui-lo. |
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| 28/09/07 - Sexta |
Cantando na Chuva |
| 14h 16h30 e 19h |
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Direção: Gene Kelly
Duração: 105 min
Origem/Ano: EUA/1951
Comédia, romance, grandes números musicais, estrelas nos seus melhores desenhos e uma adorável recriação da era dos grandes filmes. Os filmes mudos estão dando lugar ao cinema falado - e um dançarino transformado em ídolo do matinê (Gene Kelly) é pego nessa escorregadia transição, assim como seu colega (Donald O'Conner), sua namorada de futuro (Debbie Reynolds) e sua reclamona co-estrela (Jean Hagen numa performance indicada ao Oscar®). Cantando na Chuva é puro canto, dança, riso, amor e diversão. |
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